Imperial vence a BESTIA por 2 a 0 e é bicampeã da Thunderpick
A Imperial não deu chances pra ninguém duvidar. A organização brasileira atropelou a BESTIA por 2 a 0 na grande final e ficou com o título da 2026 Thunderpick World Championship: South American Series #2, torneio que distribuiu 20 mil dólares em prêmios e reuniu o que a região tem de mais competitivo no CS2.
A repetição de uma história vitoriosa
Não é a primeira vez que a Imperial sobe ao topo dessa competição. A equipe já tinha levantado o troféu da primeira edição da Thunderpick South American Series em julho do ano passado, quando bateu a ODDIK por 2 a 0 na decisão. Agora, um ano depois, o roteiro se repetiu, e a organização carioca confirmou de vez que sabe fechar campeonato quando o negócio fica pesado no mata-mata.
Uma escalação renovada e afiada
O detalhe que deixa essa conquista ainda mais especial é o momento do elenco. A Imperial acabou de anunciar a chegada de Guilherme "saadzin" Pacheco, ex-Legacy, pra fechar a nova formação ao lado de nomes como Marcelo "chelo" Cespedes, Vinicius "VINI" Figueiredo, Kaiky "noway" Santos e Lucas "decenty" Bacelar.
E olha que o AWPer nem precisou de muito tempo pra se acostumar: antes mesmo do anúncio oficial, ele já vinha treinando com o time e ajudou a conquistar a CCT South America Series #3. Com esse título da Thunderpick, o novo elenco já emenda dois troféus praticamente de cara, e isso diz muito sobre a química que já existe dentro do time.
Como foi o caminho até a final
A BESTIA chegou embalada na decisão, mas esbarrou numa Imperial que simplesmente não deixou espaço pra reação. O confronto direto entre as duas equipes já tinha histórico de brigas apertadas, mas dessa vez a diferença técnica pesou e o 2 a 0 saiu sem sustos.
A partida decisiva aconteceu neste domingo, dia 12 de julho, seguindo o formato melhor de três que marcou toda a chave do torneio.
O que vem por aí
Com o título embaixo do braço, a Imperial reforça o status de uma das forças mais consistentes do CS2 brasileiro na temporada de 2026. A repetição do feito na Thunderpick mostra que a organização vem trabalhando um modelo que funciona, mesmo com trocas recentes no time.
Agora, resta acompanhar se a nova formação com saadzin vai conseguir surfar essa embalagem em competições internacionais nos próximos meses, já que o calendário de CS2 não dá trégua e a Imperial parece disposta a brigar em cada torneio que aparecer pela frente.
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Crédito da Imagem de Destaque: Thunderpick
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