Call of Duty Black Ops 7 destrói cheaters com sabotagem em tempo real e muito mais!

Call of Duty Black Ops 7 destrói cheaters com sabotagem em tempo real e muito mais!

Andre Guaraldo

11 Sep, 2025, 15:32

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Última atualização: 11 Sep, 2025, 15:36

A Activision intensificou seus esforços contra cheaters em Call of Duty Black Ops 7 com uma eficácia impressionante, implementando novas medidas agressivas que pegaram mais de 55.000 trapaceiros de surpresa apenas em agosto. O RICOCHET Anti-Cheat entrou no que os desenvolvedores descrevem como modo "força total", combinando táticas de interrupção em tempo real com requisitos de segurança em nível de hardware para o lançamento de Black Ops 7.

O Pior Pesadelo dos Trapaceiros

O desenvolvimento mais marcante do arsenal anti-cheat da Activision envolve medidas dentro do jogo que sabotam ativamente os trapaceiros durante as partidas. Essas ferramentas fazem as armas desaparecerem das mãos deles, fazem seus veículos explodirem ao contato e tornam os jogadores legítimos completamente invisíveis para aqueles que usam wallhacks. O impacto psicológico foi imediato: trapaceiros começam a se expor ao postar em redes sociais perguntando:

"Por que isso aconteceu?"

Essas medidas representam uma mudança em relação às abordagens tradicionais para uma estratégia mais eficaz (e sombria) de guerra psicológica. Em vez de remover imediatamente os trapaceiros, o RICOCHET coleta dados comportamentais enquanto destrói sistematicamente sua capacidade de impactar as partidas. O sistema neutraliza armas, desativa equipamentos e cria inimigos falsos que apenas os trapaceiros podem ver, um recurso chamado apropriadamente de "Alucinações".

Fortaleza de Segurança em Nível de Hardware no Black Ops 7

Quando Black Ops 7 for lançado em 14 de novembro, jogadores de PC enfrentarão novos requisitos de segurança. Tanto o Secure Boot quanto o TPM 2.0 (Trusted Platform Module) serão obrigatórios, marcando a primeira vez que Call of Duty implementa proteção anti-cheat em nível de hardware. Esses recursos criam o que a Activision chama de:

"uma base mais forte e confiável para detectar e bloquear certos cheats antes que possam se enraizar"

O TPM 2.0 fornece verificação de segurança baseada em hardware, enquanto o Secure Boot garante que apenas softwares confiáveis sejam carregados durante a inicialização do sistema. A combinação efetivamente bloqueia PCs adulterados de se conectarem aos servidores de Call of Duty, tornando as trapaças de baixo nível muito mais difíceis.

No entanto, essa medida gerou controvérsia na comunidade de jogos para PC, já que alguns sistemas mais antigos não possuem esses recursos ou exigem atualizações de BIOS para habilitá-los. Os jogadores também devem garantir que o disco do sistema use o estilo de partição GPT em vez de MBR e que a BIOS esteja operando em modo UEFI.

Disrupção Sistemática do Mercado

Além de mirar nos trapaceiros individualmente, a Activision lançou um ataque coordenado ao ecossistema de desenvolvimento de cheats. A empresa conseguiu fechar quase 40 desenvolvedores e revendedores de cheats desde o lançamento de Black Ops 6, com 22 indivíduos adicionais recebendo recentemente cartas de cessar e desistir.

A estratégia mostrou-se eficaz. Quando o serviço de cheats de longa data ArtificialAiming apareceu, isso resultou em banimentos permanentes massivos para usuários com contas de anos, levando muitos a abandonarem o cheating de vez.

Campo de Testes para Detecção Aprimorada

O próximo beta de Black Ops 7 servirá como ambiente de teste ao vivo para novos sistemas de detecção e do RICOCHET, embora a Activision alerte que "a força total de nossas proteções será reservada para o lançamento, quando todos os sistemas entrarem em funcionamento juntos". Esses sistemas são projetados para identificar e remover trapaceiros mais rápido do que nunca, baseando-se no sucesso de Black Ops 6 em banir novas contas de cheating em uma média de quatro partidas.

A abordagem de testes beta permite que os desenvolvedores do RICOCHET Anti-Cheat monitorem o desempenho do sistema em condições reais de jogo, refinando os algoritmos de detecção. Esse desenvolvimento iterativo garante que o sistema anti-cheat possa se adaptar a novos métodos de trapaça antes que se tornem generalizados.

A Corrida Sem Fim Continua

Apesar desses avanços, a Activision reconhece o desafio fundamental que todos os jogos online enfrentam: "não existe uma solução definitiva e única para o problema das trapaças". A empresa enfatiza que o sucesso não está em eliminar totalmente as trapaças, mas em se adaptar mais rápido do que os desenvolvedores de cheats conseguem inovar.

A evolução do RICOCHET anti-cheat reflete essa filosofia, combinando detecção via aprendizado de máquina, análise comportamental em tempo real e disrupção proativa do mercado. A criação de novas contas continua sendo um desafio persistente, já que trapaceiros banidos podem, teoricamente, retornar com contas novas, embora os sistemas de detecção aprimorados agora peguem reincidentes mais rapidamente.

À medida que Call of Duty Black Ops 7 se aproxima, a comunidade gamer acompanha para ver se essas medidas abrangentes finalmente conseguirão virar o jogo a favor dos jogadores legítimos. Com requisitos de segurança em hardware, mitigações agressivas em tempo real e ataques sistemáticos ao mercado, a Activision lançou sua estratégia anti-cheat mais completa até hoje, uma que promete tornar a trapaça não apenas difícil, mas genuinamente miserável para quem tentar.


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Crédito da imagem principal: Call of Duty

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